Enquanto espero a infusão do meu chá de capim cidreira, sem querer, penso em você.
Enquanto tocam as músicas que escolhi porque não me trazem você, você vem sem ser convidado.
E eu penso...
Penso no que fazer pra te fazer querer vir.
Penso no que fazer pra te fazer querer ficar.
Penso no que escrever pra te mostrar que aqui é o seu lugar.
E é esse o lugar que, mesmo você não estando, você está.
E penso...
Penso no que fazer pra te agradar.
Penso no que fazer pra saber que, ao menos uma vez, o seu sorriso lindo foi provocado por mim.
E penso...
Se vou ou se fico.
Se me calo ou se grito.
Se luto ou se paraliso.
E penso... Penso...
...
E nisso, o meu chá esfriou.
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